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"Carmen Miranda - Brazilian Career
Medley"
[6m03s]

Como parte das homenagens pelo centenário de nascimento de Carmen em 2009, este vídeo traz um apanhado geral, na verdade um popourrit cronológico, de grandes de seus sucessos que fazem parte de sua discografia brasileira que vai de 1929 a 1940. Mostra retratos de Carmen dessa época utilizando o efeito de passagem do tempo por "metamorfose".




   "Primavera no Rio"
   [4m05s]

   Nos românticos anos 1930, era
   costume deixar para o final dos filmes
   musicais a exibição do maior nome do
   elenco. Foi assim em "Alô, Alô Brasil",
   produção de 1935 dos Estúdios
   Waldow-Cinédia. Carmen se
   apresentou cantando "Primavera no
   Rio"
acompanhada ao piano por Muraro, composta por João de Barro
   (Braguinha) em homenagem às Rainhas da Primavera do Rio. Foi
   enorme sucesso de bilheteria, porém nada do filme chegou aos
   nossos dias. Apenas duas fotografias dos ensaios, uma delas usada
   na edição deste video para tentar resgatar tamanha perda. Aqui,
   Carmen é acompanhada na gravação pelos Diabos do Céo. Tornou-
   se, junto à "Cidade Maravilhosa" de André Filho, com Aurora Miranda
    interpretando-a no mesmo filme, um hino carioca.



"Centenário Carmen Miranda" [3m57s]
Videoclipe produzido como parte das homenagens ao centenário de nascimento de Carmen Miranda em 2009, com várias das aparições de Carmen no cinema. Trilha sonora pela Banda Um e 99 numa reedição do grande sucesso "O Que É Que A Baiana Tem?" de 1939, que Carmen apresentou no filme "Banana da Terra" no mesmo ano.




   "Carmen Miranda & Elis Regina"
   [4m31s]

   Vídeo dedicado ao centenário de
   Carmen Miranda em 2009. Elis Regina
   canta o enredo composto para o
   desfile da Escola de Samba Império
   Serrano em 1972. A escola foi a
   vencedora daquele ano.



"Carmen Miranda & Banda 1E99 - Taí" [3m58s]
A Banda 1E99 faz mais uma reedição de gravações de Carmen Miranda, agora deste clássico de 1930 que teve recorde absoluto de venda daquela época. Para podermos ter uma idéia do enorme sucesso, o disco vendeu 35.000 cópias, contra apenas 1.000 que era a média de vendagem anual de discos de outros cantores famosos.




   "Thank You, North America
   [5m22s]

   Carmen Miranda demonstra sua
   gratidão à calorosa recepção pelo
   povo americano à ela, ao Bando da
   Lua e à música brasileira nesta canção
   composta por Sammy Fain e Jack
   Yellen para o show da Broadway "Sons
   O' Fun"
de 1941, onde ela se
   apresentou, entre inúmeras grandes estrelas do showbiz, com a
   dupla de autores e comediantes Ole & Johnson.



"Querido Adão" (Alô Alô Carnaval, 1936) [2m43s]
Cena rara de Carmen apresentando-se sozinha, sem orquestra. Carmen deu cansaço ao cameraman pois o combinado era que ela cantasse sem andar pelo palco. Mas quem conseguia segurar alguém que sabia o que seria melhor fazer?




   "O Que É Que A Bahiana Tem?"
   (Banana da Terra, 1939) [3m16s]

   Únicas cenas do filme que
   sobreviveram ao tempo. Carmen
   aparecia também, ao lado de
   Almirante e como negros, cantando
   "Pirolito". Primeira aparição de
   Carmen no cinema em traje
   estilizado de baiana, idealizado e
   desenhado por ela mesma. O cesto no turbante foi comprado por
   Aurora, numa loja próxima, a pedido de Carmen.



"Carmen Miranda is a Chica Chica Boom Chic" (Uma Noite No Rio/That Night in Rio, 1941) [2m30s]
Trechos de vários dos filmes de Carmen nos Estados Unidos tendo como fundo sua canção "Chica Chica Boom Chic". Nesta montagem, vemos Carmen se apresentando como cantora e também como atriz. Não demorou muito para descobrirem que ela faria sucesso em ambas as atividades no cinema.




   "Carmen Miranda and The Ñango"
   (Aconteceu em Havana/A
   Week-End in Havana, 1941)
   [5m50s]

   Um longo número musical que nada
   tem a ver com os sambas que Carmen
   gostava de cantar. O resultado, para
   os brasileiros, não é dos melhores.
   Vale pela presença de Carmen, a
   coreografia e o figurino. Foi com este traje que Carmen causou furor
   nos bastidores com a "foto proibida". Para quem não sabe, "ñango" é
   uma gíria para "ferrado, maltratado".



"Carmen Miranda on the Chattanooga Choo-Choo" (Minha Secretária Brasileira/Springtime in the Rockies, 1942) [2m55s]
Faltava à Carmen músicas brasileiras para incluir nos filmes. Aloysio de Oliveira, líder do Bando da Lua, então, escreveu a versão em português dessa música que no ano anterior havia feito muito sucesso com a banda de Glenn Miller. Os autores, Mack Gordon e Harry Warren, aprovaram a inclusão da música no filme porque seu título e ritmo (mais ou menos) foram mantidos.




   "Brazil"
   (Alô Amigos/Saludos, Amigos!,
   1942 / Entre a Loura e a Morena/
   The Gang's All Here, 1943) [6m57s]

   Nesta edição, duas jóias clássicas da
   música brasileira, "Aquarela do Brasil",
   de Ary Barroso, e "Tico Tico no Fubá",
   de Zequinha de Abreu, apresentadas
   no filme de Walt Disney que
   homenagea a América do Sul. Na primeira, a voz é de Aloysio de
   Oliveira, líder da Banda da Lua, com inserção de número apresentado
   por Carmen em filme. Na segunda, o Pato Donald e Zé Carioca
   ganham vida e se divertem juntos com o samba no Rio de Janeiro.



"I'm Just Wild About Harry" (Serenata Boêmia/Greenwich Village, 1944) [2m01s]
Carmen interpreta esta velha canção americana de Eubie Blake e Noble Sissle, com versos em português do líder do Bando da Lua, Aloysio de Oliveira, em ritmo de Nova Orleans e samba. No figurino, de Yvonne Wood (que se tornaria grande referência em Holywood), o turbante de baiana foi trocado por um de pirulitos, bem ao estilo americano. O resultado é inusitado, mas admirável.




   "I Like to Be Loved by You"
   (Serenata Boêmia/Greenwich
   Village, 1944) [2m49s]

   Nessa canção de Harry Warren e Mack
   Gordon, porque tinha que cantá-la em
   inglês, Carmen usa o recurso de sua
   voz para marcar a batida do que seria
   uma marcha bem brasileira, antes do
   samba realmente entrar. E faz isso
   esbanjando muita energia num cenário de temática árabe. Seis meses
   antes de filmar, Carmen havia passado por complicações cirúrgicas
   que por pouco não lhe tiraram a vida.



"Give Me A Band And A Bandana (Medley)" (Serenata Boêmia/Greenwich Village, 1944) [4m55s]
Carmen interpreta de forma deliciosa e ingenuamente sensual acompanhada pelo Bando da Lua, sem o líder Aloysio de Oliveira, essa canção de Nacio Herb Brown e Leo Robin. Aproveita para novamente homenagear o Brasil incluindo, finalmente num filme americano mesmo sem o tradicional traje de baiana, "O Que É Que A Baiana Tem", de Dorival Caymmi, e "Quando Eu Penso Na Bahia", de Ary Barroso.




   "Mamãe Eu Quero / I Want My
   Mamma"
   (Quatro Moças Num Jipe/Four
   Jills In A Jeep, 1944) [2m53s]

   Videoclipe com imagens de várias
   apresentações de Carmen no cinema
   tendo como fundo a música que se
   tornou sua marca registrada. Embora
   não conhecendo a letra, os america-
   nos adoraram a forma como Carmen costumava cantá-la. Até hoje
   ela é associada à figura de Carmen e ao Brasil.



"Carmen Miranda is True to The Navy" (Sonhos De Estrela/Doll Face, 1945) [2m21s]
Magnífica apresentação de Carmen, linda e sensual, homenageando a Marinha Americana. Não adiantou. A foi sensualidade de Carmen o motivo pelo qual o número foi deletado do filme a pedido dos próprios oficiais da Marinha. Sabemos que a sensualidade de Carmen foi sempre explorada por ela de forma muito elegante, e o número está aqui disponível para quem perdeu a oportunidade de ver.




   "Bet Your Bottom Dollar"
   (Se Eu Fosse Feliz/If I'm Happy,
   1946) [3m48s]

   Carmen se apresenta ao lado de
   Vivian Blaine e Harry James e sua
   orquestra neste número, sem o Bando
   da Lua e sem as tradicionais fantasias
   - foi seu último filme com a Fox e o
   estúdio não lhe permitia mais decidir
   sobre os trajes que iria usar, mas manteve seu toque extravagante.
   Além de cantar, Carmen interpreta no filme a harpista da orquestra.



"Batucada" (Se Eu Fosse Feliz/If I'm Happy, 1946) [5m10s]
Neste número, Carmen se apresenta com Harry James e o Bando da Lua para levantar o astral do filme que tinha números mais comportados. A fantasia de Carmen era toda em plástico, criada por Sascha Brastoff, e foi a primeira vez que o material, ainda pouco conhecido no mercado, foi utilizado num figurino no cinema. A música foi composta por Josef Myrow e Edgar De Lange, e Aloysio de Oliveira na parte em português.




   "Tico-Tico no Fubá"
   (Copacabana, 1947) [2m01s]

   Carmen apresenta com velocidade
   incrível esta famosa composição de
   Zequinha de Abreu no filme cujo título
   se refere a um nightclub novaiorquino
   onde a trama se desenrola. A versão
   original recebeu cortes de câmera
   para mostrar atores comentando sua
   apresentação. Nesta edição, as intromissões foram cortadas.
   Carmen faz tudo praticamente sozinha. Nenhum destaque a
   integrantes do Bando da Lua, que estão na orquestra, foi dado
   pelos produtores do filme.



"I Haven't A Thing to Sell" (Copacabana, 1947) [2m44s]
Neste número com Andy Russell, Carmen surpreende não apresentando um ritmo brasileiro e sai bem no ritmo mexicano. O filme a princípio seria colorido, mas devido a problemas de custo acabou sendo rodado em preto e branco. Esta é uma versão colorizada por computador dos anos 1990. Carmen costumava comprar as fantasias quando acabava de filmar, mas esta fantasia ela ganhou dos produtores. Onde poderá estar hoje em dia?




   "Let's Do The Copacabana"
   (Copacabana, 1947) [3m59s]

   Carmen divide o palco com Groucho
   Marx, Andy Russell e The DeCastro
   Sisters no último número deste filme
   originalmente produzido em preto e
   branco e colorizado por computador
   nos anos 1990. A fantasia usada por
   Carmen, mais o turbante feito de um
   lustre de cristal e os sapatos-plataforma em acrílico, pesa 12 quilos,
   foi restaurada e pode ser vista no Museu Carmen Miranda no Rio de
   Janeiro.



"Carmen Miranda no Texaco Star Theater Show" (NBC TV, 18 Jan 1949) - Parte 1 [5m36s]
Neste documento histórico, Carmen Miranda é uma das atrações do famoso programa de Milton Berle - artista que passou a ser conhecido como "Mr. Television". Foi a estréia de Carmen na televisão americana cantando com a nova formação do Bando da Lua, "Os Anjos do Inferno". Este programa foi filmado em Nova York em setembro de 1948, e levado ao ar em janeiro de 1949. Na época, vídeo tapes não eram disponíveis e estas imagens só foram possível capturar graças ao processo Kinescope - a filmagem direta de um monitor de TV. Carmen como sempre muito graciosa e carismática, cantando em inglês e português. Após a participação no programa, seria vítima de um triste acontecimento em sua vida pessoal. (Este vídeo tem continuação abaixo.)




   "Carmen Miranda no Texaco Star
   Theater Show" (NBC TV, 18 Jan 1949)
   - Parte 2 [5m40s]

   Neste documento histórico, Carmen
   Miranda é uma das atrações do famoso
   programa de Milton Berle - artista que
   passou a ser conhecido como "Mr.
   Television". Foi a estréia de Carmen na
   televisão americana cantando com a
   nova formação do Bando da Lua, "Os Anjos do Inferno". Este programa
   foi filmado em Nova York em setembro de 1948, e levado ao ar em
   janeiro de 1949. Na época, vídeo tapes não eram disponíveis e estas
   imagens só foram possível capturar graças ao processo Kinescope - a
   filmagem direta de um monitor de TV. Carmen como sempre muito
   graciosa e carismática, cantando em inglês e português. Após a
   participação no programa, seria vítima de um triste acontecimento em
   sua vida pessoal.
   (Este vídeo é continuação da parte 1.)



"Carmen Miranda no Hollywood Reel" (Johnson & Watson, 1949) [2m48s]
Carmen abre sua mansão em Beverly Hills para receber o repórter Erskin Johnson, dono de famosa coluna de fofocas, e Coy Watson, o primeiro cinegrafista da televisão americana à cata de notícias dos bastidores de Hollywood. Através deles, podemos ver Carmen como poucos a viram. Totalmente à vontade, sem as frutas, fantasias e balangandãs, em ótima forma, dentro de um ousado biquini para a época o qual ela mesma criou, bronzeadíssima e com o excelente humor de sempre, na piscina para o deleite de seus milhões de fãs americanos que assim a viram pela televisão.




   "Carmen Miranda no Ed Wynn
   Show"
   (CBS TV, 29 Set 1949) [7m54s]

   Carmen Miranda e os "Anjos do Inferno"
   (que substituíram os Miranda's Boys, que
   por sua vez substituíram o Bando da
   Lua) são recebidos no segundo episódio
   do programa de Ed Wynn, transmitido ao
   vivo de Los Angeles para a costa oeste
   americana. Como não havia o recurso do videotape, o sistema
   Kinescope (filmagem direta de um monitor de TV do programa sendo
   exibido) era usado para que a programação fosse, então, vista dias
   após pelo restante do país; o que garantiu que tivéssemos hoje estas
   imagens. Carmen, como sempre fazia, canta e conversa em inglês
   para entreter os americanos e em português para homenagear o Brasil.
   E ainda diziam injustamente que ela havia se americanizado...



"The Bongo Bingo" (Morrendo de Medo/Scared Stiff, 1953) [4m51s]
Carmen Miranda divide com Dean Martin e Jerry Lewis este número que vale muito mais por ela mesma e sua linda fantasia criada pela tão respeitada figurinista Edith Head, indicada a 35 Oscar com 8 premiações. Carmen se esforça para transmitir simpatia à dupla, em inglês e português, mais por Dean Martin pois a palhaçada do segundo claramente quer atrapalhar o desempenho de ambos os outros. Destaque para o bailarino e coreógrafo Billy Daniel que reforça o número com Carmen, embora o mesmo não tenha nenhuma brasilidade musical.




   "The Enchilada Man"
   (Morrendo de Medo/Scared Stiff,
   1953) [4m32s]

   Em seu último filme, Carmen não se
   apresentou como brasileira nos
   números musicais - saiu de um
   meio-africano e caiu num mexicano
   com a dupla Dean Martin, cuja bela
   voz se sobressai, e Jerry Lewis.
   Carmen diria que havia um terceiro número - mas que foi obviamente
   deletado e supostamente a pedido do próprio Jerry Lewis. O talento,
   carisma e profissionalismo de Carmen incomodavam. Apesar do
   mexicanismo, saiu-se muito bem e não perdeu a seqüência dos
   ingredientes de sua "enchilada". Sua bahiana "à mexicana", com
   turbante de talheres, foi também feita por Edith Head, a maior
   estilista de todos os tempos da Paramount.