|
VIDEOCLIPES ONLINE HOMENAGENS
Clique na tela da TV e aguarde o vídeo carregar / Click on TV screen and allow video to load
Comentários por / Comments by Doni Sacramento
| |
 |
|
 |
|
 |
"CARMEN 'ROONEY' MIRANDA - MAMÃE EU QUERO" ("BABES ON BROADWAY") Metro Goldwyn Mayer, 1941 [5m36s]
Os jovens atores Mickey Rooney (que aos 21 anos já tinha 20 anos de carreira), e Judy Garland (que aos 19 também vivia entre artistas desde o berço), meses antes do fim do ano de 1941 filmaram o ingênuo, mas com mensagem de obstinação, "Babes on Broadway" (Calouros na Broadway). Carmen Miranda, desde o início daquele ano, já tinha a impressão de suas mãos e pés eternizada na calçada do Teatro Chinês em Hollywood. Em apenas um ano em solo americano, ela já era uma sensação e todos falavam sobre ela. Falavam e a queriam ter em toda parte do showbiz. Carmen era contratada pelos estúdios da Twentieth Century Fox enquanto os famosos e talentosos jovens eram os queridos da Metro Goldwyn Mayer. Mesmo assim, o criativo e exagerado diretor Busby Berkeley (que tinha interesse em ter Carmen em um filme seu e assim foi com "Entre a Loura e a Morena" em 1943), conseguiu "trazê-la" para as filmagens de "Babes on Broadway" na pele de Mickey Rooney -- que a imita de forma impagável e magistralmente divertida, sem apelo à fácil caricatura que a ridicularizasse. E teve mais: a própria homenageada foi aos estúdios da Metro para, pessoalmente, ajudar Mickey a se caracterizar como ela e acompanhou de perto a filmagem do número memorável do rapaz. Carmen chegou a América de forma discreta. E quando teve chance, mostrou estardalhaço. Logo, receberia o apropriado apelido "The Brazilian Bombshell" (A Bomba Brasileira). Foi só no fim de 1941 que os Estados Unidos não tiveram mais como ficar fora da guerra. Por mais de um ano antes, o assunto guerra era o favorito entre o povo americano e esta "nova bomba" foi assim homenageada no filme na imagem e na letra do número. Carmen, como sempre, dando aos brasileiros mais um real motivo de orgulho.
|
| |
 |
|
 |
 |
|
 |
|
 |
"TOM & JERRY - MAMÃE EU QUERO" Metro Goldwyn Mayer, 1943 [1m11s]
Quando este episódio, entitulado "Baby Puss", da série de desenhos Tom & Jerry foi feito em 1943, pelos lendários diretores William Hanna e Joseph Barbera, Carmen Miranda já era conhecida em todo os Estados Unidos. Assim como era a música "Mamãe Eu Quero", gravada por ela em Nova Iorque no final de 1939 e apresentada também por ela no filme "Serenata Tropical" de 1940. Na época, Carmen ainda não dominava o idioma inglês e sua gravação da música em português era cantarolada pelos americanos mesmo sem eles saber o que a letra dizia. Detalhe importante é que Carmen era desde 1940 estrela contratada dos estúdios da Twentieth Century Fox e os estúdios da Metro Goldwyn Mayer também apostavam em seu sucesso pois foi através de arranjo especial que conseguiram licença para produzir este desenho. Carmen só viria a ser contratada pelos estúdios da Metro em 1948. Outro detalhe importante (e que poucos se dão conta) é que, no desenho, nem o gato Tom, nem o rato Jerry se travestem de Carmen, mas sim um outro gato do bando.
|
| |
 |
|
 |
-
 |
|
 |
|
 |
"CARMEN MIRANDA & PERNALONGA ("SLICK HARE" - BUGS BUNNY)" Warner Brothers, 1946 [7m43s]
1946 foi o ano em que a brasileirinha brasileiríssima Carmen Miranda mais trabalhou nos Estados Unidos, encantando o povo americano com seu jeito exótico de cantar músicas brasileiras e americanas. Era conhecidíssima em todo o país e foi figura mais imitada de que se tem notícia. As imitações ou menções de seu nome e imagem eram sempre para lhe homenagear. E assim foi até nos desenhos animados. Ela aparece imitada por um gato no episódio “Baby Puss” da dupla Tom e Jerry em 1943, criado por William Hanna e Joseph Barbera para a Metro Goldwyn Mayer; por um pato no episódio “Yankee Doodle Daffy”, também em 1943, criado por Looney Tunes para a Warner Brothers; por Zé Carioca no clássico de Walt Disney “Você Já Foi a Bahia?” de 1944 (onde Aurora Miranda pioneiramente interage com o Pato Donald e o Zé Carioca) e como ela mesma no episódio “Slick Hare”, do famoso “Pernalonga”, criado pela Warner Brothers, no ano de maior evidência de Carmen - 1946. O que poucos sabem é que estes eram estúdios com os quais Carmen não tinha contrato. Ela era dos estúdios da Twentieth Century Fox desde 1939, e os grandes concorrentes também a queriam ter em seu cast, pois os americanos adoravam vê-la nas telas. Foi através de arranjos e acordos especiais que ela “aparece” nesses desenhos. Darryl F. Zanuck, o chefão da Twentieth Century Fox, já havia trabalhado como roteirista na Warner e Carmen era amiga de Walt Disney. A Metro já “namorava” Carmen e ela passou a trabalhar em seus estúdios em 1948. Aqui, vídeo de “Slick Hare” (Lebre Esperta), onde Carmen aparece como grande atração de chiquérrima casa noturna e em ótima companhia com outras celebridades hollywoodianas, como os atores Gregory Peck, Ray Milland (Oscar por melhor ator em 1945), Frank Sinatra (na época mais famoso como cantor do que como ator), Sydney Greenstreet, Humphrey Bogart (o cliente que quer coelho para o jantar, indicado ao Oscar por “Casablanca”) e Lauren Bacall (esposa de Humphrey desde 1945). Pernalonga não perde a chance para dar seu show dançando ao som de uma batucada. Carmen canta em português e há quem diga que no desenho ela foi dublada por outra cantora. Será? Sim ou não, o fato é que os brasileiros têm muitos motivos de se orgulhar da Pequena Notável.
|
| |
 |
|
 |
-
-
-
 |
|
 |
|
 |
"RITA PAVONE IMITA MARILYN MONROE, CHARLIE CHAPLIN E CARMEN MIRANDA" Filme: "Rita La Zanzara" (Rita o Mosquito) 1966 [6m42s]
Com carreira como cantora iniciada em 1962, Rita Pavone conquistou de imediato o público jovem italiano e mundial através dos discos e da televisão. Logo, foi levada ao cinema para cantar e atuar. Em 1966, com apenas 21 anos, Rita já fazia enorme sucesso também nesse meio e estrelou o filme "Rita La Zanzara" (Rita o Mosquito) cuja personagem se apaixona por seu professor de música e sobre quem descobre levar vida dupla: durante o dia, respeitado professor colegial de música e à noite um estridente músico de rock - ou de iê-iê-iê, como se dizia na época. Sem ter o amor correspondido, ela fantasia na mente imitar três grandes ídolos como forma exótica de conquistá-lo: Marilyn Monroe, Charlie Chaplin e Carmen Miranda. Vestida à carater como Carmen (como ela mesma diz, "con tutto e quello inserato in testa / com tudo o mais colocado na cabeça"), ela interpreta "Chica Chica Boom Chic" e, no fim do número, lamenta: "peccato che no sia cica cica bum / que pena que ele não seja um chica chica boom", por nem assim conseguir ser notada por ele.
|
| |
 |
|
 |
-
-
 |
|
 |
|
 |
"ROSEMARY HOMENAGEIA CARMEN MIRANDA EM COMERCIAL" Havaianas, anos 1970 [30s]
A cantora Rosemary, que iniciou carreira na Jovem Guarda, passou a se dedicar à MPB após o fim do movimento liderado por Roberto, Erasmo Carlos e Wanderléa. No início dos anos 70, quando gravou um disco em homenagem a Carmen Miranda e no qual defendia o museu da Pequena Notável, a cantora foi contratada para estrelar um comercial para as sandálias Havaianas. Assim, a artista aparece neste filme em traje e cenário, devidamente acompanhada por um grupo de músicos, que remetem as apresentações da brasileira com o Bando da Lua no exterior.
O uso de personalidades é antigo recurso adotado pela fabricante em sua comunicação. Um dos principais protagonistas de seus filmes, sobretudo nos anos 1960 e 1970, foi o humorista Chico Anysio. O produto e a marca, ao longo dos anos, começaram a se desgastar, razão pela qual a empresa trocou de agência, mudou sua estratégia de comunicação, e conseguiu transformar a sandália num produto fashion, exportado para vários países. Trata-se de um dos principais cases de marketing no País. (Francisco Fukushima)
|
| |
 |
|
 |
-
 |
|
 |
|
 |
"CLARA NUNES - O QUE É QUE A BAIANA TEM" EMI Odeon 1974 [4m25s]
A cantora mineira Clara Nunes foi uma das maiores intérpretes da música brasileira que o Brasil já teve. Dona de uma voz suave, ao mesmo tempo firme e muito afinada, Clara Nunes registrou em seu repertório um lindo panorama de ritmos brasileiros - e dominou todos. Depois de Carmen Miranda, foi a primeira cantora brasileira a bater recordes na vendagem de discos atingindo a marca de mais de 100 mil cópias -- façanha antes reservada somente aos cantores. Em 1974, ela tratou de homenagear Carmen Miranda, de quem era admiradora, regravando "O Que É Que a Baiana Tem" com a participação mais do que especial do próprio compositor da música, Dorival Caymmi. "Claridade", seu apelido, nos deixou muito cedo, para se transformar em estado de pura e intensa luz, em 1983, com apenas 39 anos de idade e pouco mais de 20 anos de carreira. Aqui, uma homenagem à "Guerreira Mineira" (também a Carmen Miranda e a Dorival Caymmi) numa montagem de seus vídeos ao som de sua gravação de "O Que É Que a Baiana Tem". Para que os que ainda não a conhecem possam descobrir mais este tesouro que o Brasil criou. E aos que já a conhecem, possam matar um pouco a saudade de nossa eterna "Sabiá".
|
| |
 |
|
 |
 |
|
 |
|
|
"DESPEDIDA DE CARMEN MIRANDA NO CASSINO DA URCA" AEIO... Urca, Rede Globo 1990 [5m52s]
Reconstituição do show em que Carmen Miranda, no Cassino da Urca, se despede de seus fãs e amigos para ir aos Estados Unidos em 1939, e dali conquistar o mundo, apresentada na minissérie "A,E,I,O... Urca". Como sugere o título, a série é ambientada no antigo, famoso e extinto cassino carioca entre as décadas de 1930 e 1940, nos chamados "anos de ouro" do Rio de Janeiro. O cenário, porém, foi também todo reconstituído nas dependências da emissora.
|
| |
 |
|
 |
 |
|
 |
|
"MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS"
Por Mônica Raisa Schpun da EHESS - Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales - Paris, França Novembro 2007 (em francês) Carmen Miranda foi uma mulher migrante e em suas migrações levou a música e outros tantos elementos da identidade nacional brasileira em construção nos anos 1930. Levou também (e trouxe) conflitos e contradições próprios à sociedade brasileira da época. Seu percurso, "atravessado" por questões migratórias, é tratado aqui, num curso sobre Migrações Internacio- nais, pela historiadora brasileira Mônica Raisa Schpun que leciona na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales, Paris.
[Primeira parte (12/11/2007]: Exposé: 1h23m02s / Discussion: 16m08s] [Segunda Parte (19/11/2007): Exposé: 39m25s / Discussion: 10m07s]
|
| |
 |
|
 |
 |
|
 |
|
|
"CARMEN MIRANDA E OS BALANGANDÃS" Setembro 2008 [06m16s]
Carmen Miranda estava certa: mulher adora adornos extravagantes, coloridos e brilhosos. E isso se comprova com o passar do tempo. Na década de 1940, Carmen levou os balangandãs, que eram sua marca registrada, às americanas e às mulheres de todo o mundo através de Hollywood. Foi aceita e copiada e o encanto nunca mais se apagou. Passados mais de 60 anos, as bijuterias feitas dos mais variados materiais, longe de ser discretas, voltam com a força toda para deixar as mulheres com este estilo ainda mais atraentes, femininas e sedutoras. O programa "Fantástico", da Rede Globo de Televisão, mostra a volta desta tendência da moda.
|
| |
 |
|
 |
-
-
-
-
-
 |
|
 |
|
 |
"COMERCIAL - BRASTEMP INVERSE" Novembro 2009 [30s]
Certa vez, Carmen Miranda perguntou: O que é que a baiana tem? e com seu espírito nada óbvio conquistou o mundo ao cantar os atributos da baiana em sua memorável versão de Tico-Tico no Fubá. Mas uma pergunta, Carmen Miranda não respondeu: Porque ela usava aquele chapéu repleto de frutas, que se tornou sua marca registrada? Pois bem. O mistério está prestes a ser desfeito. Na campanha de lançamento da Brastemp Inverse, a geladeira invertida que tem freezer embaixo e geladeira em cima, apresenta a personagem Carmen Miranda para contar esse e outros segredos além de mostrar todos os atributos deste produto nada óbvio, que deixa tudo o que você mais usa ao alcance das mãos. Com assinatura da DM9DDB, o filme relembra o jeito brejeiro de uma das mais surpreendentes cantoras que o mundo já conheceu. Um toque de humor, cores vivas, uma atmosfera que lembra a estética dos anos 30 tratadas dentro de uma linguagem semelhante ao documentário dão toque especial para este filme que teve estréia nesta quinta (5), em TV aberta e a cabo. Mídia on line e anúncios impressos completam a estratégia multiplataforma planejada para esta campanha que tem criação de Marilu Rodrigues e Marcelo Torma. (AgenciaDM9DDB)
|
| |
 |
|
 |
 |
|
 |
|
 |
"DIA DA BAIANA" 25 Novembro 2009 [3m19s]
Para quem não sabe, oficialmente, o calendário de festas de Salvador na Bahia começa em 25 de novembro, com o "Dia da Baiana". É uma merecida homenagem às vendedoras de acarajé - uma cultura que perdura há quase 300 anos. Centenas delas lotam a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no Pelourinho - na capital soteropolitana -, para agradecer por mais um ano de luta e perseverança e conquistas. Para sermos justos com a história, a homenagem deve se estender também a três figuras ilustres básicas de nossa música popular – Dorival Caymmi, o grande compositor e cantor baiano, que junto com outro grande compositor, Ary Barroso, e a inesquecível Pequena Notável Carmen Miranda trouxeram com genial simplicidade o encanto e a simpatia da Baiana para o mundo conhecer. Foi, porém, graças ao dedicado trabalho internacional de Carmen, a Embaixatriz do Samba, que a imagem da baiana ficou para sempre carimbada no mapa do mundo, imediatamente associada ao Brasil e seu folclore.
|
| |
 |
|
 |
 |
|
 |
|
 |
"CARMEN MIRANDA HOMENAGEADA EM TÓQUIO (1) - "A PRETA DO ACARAJÉ" Novembro 2009 [8m58s]
A cantora japonesa Yoshimi Katayama é apaixonada pelos ritmos tradicionais brasileiros, em especial pelo choro e chorinho. Algum tempo antes, Yoshimi estudou português para gravar um CD inteiramente de clássicos brasileiros, com a participação prá lá de especial em uma das faixas de nossa diva do chorinho – a própria Ademilde Fonseca. Aqui agora, uma mostra do talento de Yoshimi no show, totalmente produzido por ela mesma, que apresentou no teatro Rapport em Tóquio em novembro passado para homenagear Carmen Miranda em seu centenário de nascimento no ano de 2009, onde interpretou 22 músicas (sempre explicando em blocos ao público japonês coisas sobre a cultura brasileira, o que as letras dizem e passagens da história de Carmen) originalmente gravadas pela Pequena Notável. Atenção aos detalhes do figurino, dela e dos músicos, (re)produzido por ela própria para fazer jus à homenageada. Outro detalhe: Yoshimi memorizou todas as letras das músicas e as canta com quase nenhum sotaque. Yoshimi é acompanhada pelo exímio conjunto de músicos japonês “Bando da Rua”, em clara homenagem também ao “Bando da Lua”, o qual acompanhou Carmen Miranda em shows e no cinema em sua carreira de sucesso nos Estados Unidos nas décadas de 1940 e 1950. Nós, brasileiros, temos, no mínimo, três grandes motivos para nos orgulharmos dessa graciosa artista japonesa e de seus maravilhosos músicos, que celebram e exaltam o Brasil e sua cultura lá de longe, do outro lado do mundo. Tudo graças ao talento e trabalho da maior embaixatriz que o Brasil já teve - Carmen Miranda.
|
| |
 |
|
 |
 |
|
 |
|
 |
"CARMEN MIRANDA HOMENAGEADA EM TÓQUIO (2) - "CANTORES DE RÁDIO" Novembro 2009 [6m15s]
A cantora japonesa Yoshimi Katayama é apaixonada pelos ritmos tradicionais brasileiros, em especial pelo choro e chorinho. Algum tempo antes, Yoshimi estudou português para gravar um CD inteiramente de clássicos brasileiros, com a participação prá lá de especial em uma das faixas de nossa diva do chorinho – a própria Ademilde Fonseca. Aqui agora, com a participação especial de Masako Oda, uma mostra do talento de Yoshimi no show, totalmente produzido por ela mesma, que apresentou no teatro Rapport em Tóquio em novembro passado para homenagear Carmen Miranda em seu centenário de nascimento no ano de 2009, onde interpretou 22 músicas (sempre explicando em blocos ao público japonês coisas sobre a cultura brasileira, o que as letras dizem e passagens da história de Carmen) originalmente gravadas pela Pequena Notável. Atenção aos detalhes do figurino, dela e dos músicos, (re)produzido por ela própria para fazer jus à homenageada. Outro detalhe: Yoshimi memorizou todas as letras das músicas e as canta com quase nenhum sotaque. Yoshimi é acompanhada pelo exímio conjunto de músicos japonês “Bando da Rua”, em clara homenagem também ao “Bando da Lua”, o qual acompanhou Carmen Miranda em shows e no cinema em sua carreira de sucesso nos Estados Unidos nas décadas de 1940 e 1950. Nós, brasileiros, temos, no mínimo, três grandes motivos para nos orgulharmos dessa graciosa artista japonesa e de seus maravilhosos músicos, que celebram e exaltam o Brasil e sua cultura lá de longe, do outro lado do mundo. Tudo graças ao talento e trabalho da maior embaixatriz que o Brasil já teve - Carmen Miranda.
|
| |
 |
|
 |
-
 |
|
 |
|
|
"CARMEN MIRANDA CHARCOAL DRAWING" (40 Horas em 6 Minutos) Março 2010 [6m22s]
Jessica (DancesWithWacom) é uma jovem desenhista americana - e das boas. Seu estilo é de um realismo impressionante - seja em cores ou em preto e branco. Em seu blog, encontramos vários exemplos de seu talento expresso na mais pura beleza de seu trabalho à mão-livre, que, como se pode ver, tem o poder de encantar, emocionar, levar à imaginação. Aqui, um de seus trabalhos - que teve a duração de 40 horas e como ela diz é o que mais tempo lhe tomou e um dos quais o resultado mais lhe agradou. É muito agradável acompanhar a criação da imagem. Como sua musa inspiradora, Carmen Miranda. A alegria e jovialidade da Pequena Notável, ou Brazilian Bombshell para os americanos, ficam mais uma vez registradas em papel no traço simples e firme da sensível desenhista em carvão, em preto e branco. As cores ficam por conta da homenageada.
|
| |
 |
|
 |
 |
|
 |
|
|
"CARMEN MIRANDA PELA ESCOLA EB 2,3" Março 2010 [2m39s]
Trabalho realizado pelas alunas Ana Soares, Bárbara Alvarenga, Catarina Moreira, Inês Pereira e Joana Soares, da escola EB 2,3 de Marco de Canaveses, realizaram um filme cujo nome é A estrela do Samba com o propósito de participarem no IV Concurso de Expressão Plástica Carmen Miranda, ganhando o 1º Prémio. Marco de Canaveses, no distrito do Porto, é a cidade portuguesa onde Carmen Miranda nasceu em 1909.
|
| |
 |
|
 |
 |
|
 |
|
 |
"CARMEN MIRANDA - ART DÉCO" Julho 2010 [6m43s]
52 anos antes da cantora brasileira Rita Lee encantar o mundo com sua frase “no escurinho do cinema” na música “Flagra”, foi no delicioso foxt-trot sincopado “De Quem Eu Gosto”, gravado no Rio em 1930, que Carmen Miranda, dentro da moda, já cantava o verso “...num canto escuro em voz baixa a conversar”.
Foi nessa época romântica que o movimento artístico Art Déco atingiu o auge com seu abstracionismo geométrico e que podia ser apreciado na arquitetura dos edifícios, no design dos carros, dos aviões e das máquinas, nas esculturas, nas pinturas, na moda, nas jóias, na mobília. Aqui um vídeo criado para homenagear ambos: Carmen Miranda em sua primeira e única gravação do ritmo febre dos anos 1930 - com apenas seis meses de atividade artística, mas já conhecida e respeitada pelo gosto popular que lhe ofereceu uma carreira sólida e com a qual logo ela se tornou a “Rainha do Samba”, e o estilo Art Déco - cultivado pela sociedade mundial que explorou o uso de materiais menos nobres como os primeiros plásticos, concreto armado, compensado de madeira e aço tubular -, que também caiu no gosto popular e cuja produção em série possibilitou as obras ser adquiridas de forma mais acessível.
|
| |
 |
|
 |
 |
|
 |
|
 |
"CARMEN MIRANDA - O QUE É QUE A BAIANA TEM (REMIX)" Agosto 2010 [5m27s]
Quando em 1939 Carmen Miranda gravou uma de suas mais famosas interpretações, “O Que É Que a Baiana Tem”, composta pelo novato, mas já genial Dorival Caymmi (o qual participou também da gravação), tanto ela quanto ele (e seus colegas de estúdio), consideravam a qualidade sonora dos discos excelente. Afinal, eles conheciam a inferioridade dos sons gravados anteriormente pelo processo mecânico; e, agora, eles podiam se gabar de ter suas músicas gravadas pelo “moderno” processo elétrico.
Passados exatos 70 anos, o que diriam eles ao ouvir aquela mesma gravação (mas, dessa vez, com todo o fiel realismo do que ouviam no estúdio), sendo transferida, de forma digital, para nosso atual CD? Nunca iremos saber a resposta. Mas nós, felizmente, podemos experimentar ambas as sensações. Em 2009, o músico Henrique Cazes, mestre em lidar com tecnologia digital, nos brinda com o resgate dessa experiência - longe de ser uma brincadeira ou um ultraje ou falta de respeito à gravação original (como alguns críticos muito apressados já se incumbiram de afirmar). O jornalista e escritor Ruy Castro e a Gravadora Biscoito Fino se empolgaram tanto com o trabalho de Cazes que decidiram produzir o CD “Carmen Miranda Hoje”, o qual traz mais 11 faixas de super-sucessos de Carmen remixados pelo mesmo processo. O resultado, além de impressionante e admirável, nos faz querer ouvi-lo sem parar.
|
| |
 |
|
 |
 |
|
 |
|
 |
"BRAGUINHA HOMENAGEADO NO SOM BRASIL" Setembro 2010 [12m35s]
“Carmen Miranda possuía uma personalidade tão marcante, que eu seria capaz de adivinhar sua presença mesmo que ela passasse por trás de mim.” Estas são palavras de Carlos Alberto Ferreira Braga, o “Braguinha” - extraordinário compositor que tem mais de 400 músicas gravadas em seu repertório e que, para se livrar do preconceito da elite carioca em sua juventude contra os sambistas, músicos, cantores e compositores ditos “boêmios”, “malandros”, adotou o pseudônimo de “João de Barro” para poder estudar em paz arquitetura na Escola de Belas Artes. Ao driblar o preconceito, Braguinha fez ganhar o carnaval e a Música Popular Brasileira. O programa “Som Brasil” da Rede Globo de Televisão o homenageou no último dia 25 de setembro, trazendo vários artistas que reapresentaram algumas de suas composições ao longo de décadas. Nesta edição, ênfase a quatro das nove pérolas compostas por Braguinha para Carmen gravar (na verdade três, pois a quarta, “Touradas em Madri”, foi originalmente gravada por Almirante em 1937 - Carmen a regravou com o Bando da Lua em português em 1939, e com as Andrews Sisters em inglês em 1947, ambas gravações nos Estados Unidos) apresentadas no programa pelo grupo Sururu na Roda e pelo cantor Eduardo Dussek.
|
| |
 |
|
 |
-
-
| |